Rubens Barrichello, um dos pilotos mais técnicos da história e campeão da NASCAR Brasil em 2025, foi injustamente rotulado como "lento" por não se encaixar no personagem heroico criado pela mídia. Já Ayrton Senna foi transformado em mito através de um marketing que romantizava sua pilotagem agressiva e perigosa, ignorando que, para muitos rivais, ele era visto como um piloto que flertava com a imprudência ao atrasar freadas no limite do acidente. Em ambos os casos, a técnica foi sacrificada em favor do entretenimento e do lucro. 

Essa mesma lógica perversa de priorizar o choque à substância migrou para as causas sociais. Nas redes sociais e na TV, o "marketing da violência" exibe animais maltratados sob o pretexto de conscientização. No entanto, essa exposição constante da dor raramente educa; pelo contrário, ela causa a dessensibilização do público ou gera uma paralisia emocional que afasta potenciais adotantes, transformando o sofrimento em uma moeda de engajamento e cliques. O animal exposto como "problema" não desperta interesse em ser adotado. 

O reflexo mais crítico dessa narrativa está na violência contra a mulher. Após vinte anos de leis cada vez mais rigorosas e abusivas contra os homens, o próprio marketing desses órgãos e da mídia insiste que os índices não param de subir. Será?

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Se duas décadas de endurecimento penal não surtiram o efeito prometido, surge um questionamento legítimo sobre a eficácia dessas medidas. Seria o momento de revogar estratégias ineficientes ou abrir uma CPI para auditar se essas leis e os recursos nelas investidos estão realmente protegendo as mulheres ou apenas alimentando uma máquina de marketing que sobrevive da perpetuação do problema. São tantos sociólogos vomitados no mercado pelas universidades federais, quando é que farão uma pesquisa séria sobre essa tal "epidemia de violência contra a mulher", incluindo agressões e mortes de mulher para mulher e abortos de meninas?

Só para não fugir ao assunto, uma superlicença para pilotar na Fórmula Um, não é qualquer piloto que consegue ter e ambos a possuíam. Assim também é o direito dos animais à LIBERDADE, ninguém pode explorar sua imagem desgastada, depois de sofrerem agressões e serem enjaulados em cemitérios de almas vivas.