A Câmara Municipal da Estância Turística de Ibiúna realizou nesta terça-feira, 9 de dezembro, sua última sessão legislativa do ano, marcada pela análise de 24 projetos de lei. Desse total, apenas um foi rejeitado, resultando na aprovação de 23 propostas que impactarão diretamente a administração municipal e a vida dos cidadãos.
Entre os projetos aprovados, destaca-se a atualização da Unidade Fiscal do Município de Ibiúna (UFMI), índice utilizado como referência para valores pagos à Prefeitura. De acordo com o texto enviado pelo Poder Executivo, a UFMI será reajustada em 4,68% para o exercício de 2026, com base no IPCA acumulado até outubro de 2025, medido pelo IBGE. O novo valor, que entra em vigor em 1º de janeiro, será fixado em R$ 98,27.
Outro tema que gerou intenso debate entre os vereadores foi o projeto que autoriza a Prefeitura a utilizar parte da arrecadação da CIP (Taxa de Custeio da Iluminação Pública) para ampliar o videomonitoramento por câmeras de segurança no município. A proposta, alinhada com nova regulamentação federal, dividiu a casa: vereadores como Francine Bello e Lucas Pires se posicionaram contra, argumentando que os recursos da CIP devem priorizar a solução dos problemas existentes na iluminação pública de Ibiúna, antes de serem destinados a outras áreas, mesmo que relacionadas à segurança.
A sessão encerrou o ano legislativo com ampla produtividade, refletindo a dinâmica de discussões e decisões que moldarão as políticas públicas locais nos próximos meses.

