Era uma vez...
Humanos e gatos, ambos estavam presos atrás de grades, isolados da sociedade, destinados a serem nada. Bastou oferecer aos detentos humanos a oportunidade de cuidar de um gato, talvez um idoso, cego, amputado, aquele mais discriminado na hora da adoção. Houve uma melhora no comportamento daqueles homens outrora marcados por um histórico de violência, agora, felizes, com seus gatinhos no colo, despertando seu lado infantil ou paternal e adoçando seus corações.
Gatos são pequenos em tamanho físico, estão acostumados a viver em grupo e, especialmente os mais rejeitados, são os mais gratos e apegados a seus amigos humanos, transmitem paz de espírito ao ambiente pesado de um presídio, trazendo uma luz inexplicável, a menos que se tenha a certeza de que Animais são Anjos!
É um custo baixíssimo, a atividade diária de cuidar dos bichos é uma terapia ocupacional sem igual e os gatos dedicam quantas vidas forem necessárias, a ajudar os humanos de boa vontade. Quando é que vamos aproveitar plenamente esse potencial? Esta seria uma pena ideal para casos de crueldade contra animais, que tal?
Bônus
Seja em presídios, ou escolas, ou qualquer lugar onde exista uma cozinha e um estoque de comida, a simples presença de um gato já afasta ratos e baratas, pois o cheiro dos gatos é um repelente natural, com a excelente vantagem sobre inseticidas e raticidas artificiais de que esses produtos químicos podem contaminar os alimentos, mas os bichinhos, no máximo, vão deixar alguns pelos no ambiente, o que, aliás, serve como indicador da limpeza do local; limpam-se os pelos, junto com o pó diariamente, sem maiores problemas. Ratatouille é fofinho só no filme, não na vida real!
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