A tensão entre o governo dos Estados Unidos e o ícone do rock Bruce Springsteen atingiu um novo patamar nesta semana. Em resposta às críticas do artista à administração Trump, a Casa Branca emitiu uma declaração que descartou o músico como um 'perdedor' com 'Síndrome de Transtorno de Trump' e um cérebro atrofiado, usando linguagem que demonstra pouca moderação.
O conflito começou no mês passado, quando Springsteen lançou a música 'Streets of Minneapolis', uma faixa anti-ICE inspirada no que o cantor chamou de 'terror de estado sendo visitado na cidade de Minneapolis'. A canção menciona especificamente os assassinatos dos cidadãos americanos Renée Good e Alex Pretti, ambos de 37 anos, que foram baleados durante a 'Operação Metro Surge' - uma ação de fiscalização de imigração que mobilizou milhares de agentes na cidade.
Na época, a Casa Branca respondeu esnobando Springsteen como 'irrelevante'. Agora, com o anúncio da nova turnê americana 'Land of Hope and Dreams', o governo se manifestou novamente, desta vez com um ataque mais pessoal e agressivo ao artista.
A declaração oficial, que segundo analistas políticos reflete a polarização crescente no país, sugere que 'os Estados Unidos simplesmente não são grandes o suficiente para dois Bosses' - uma referência ao apelido de Springsteen e ao estilo de liderança do ex-presidente Trump.

